terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Artur cantando Bate o Sino

Artur participou do coral na noite de Natal do hotel Vila Galé em Guarajuba - BA. 

Cantou e dançou tão lindo! Mamãe fotografou, filmou, babou, chorou e se emocionou muito! 

Foi a primeira vez que ele participou de um coral! E subiu no palco, na frente de todos os hospedes do hotel!



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lições de vida que aprendo (ou tento aprender) com o Artur

1. Acorde sorrindo. E, se possível, cantando também.
2. Brinque. Sempre e com todos.
3. Explore, sem medo.
4. Ame muito. Espalhe amor por onde passar. E ame todos.
5. Faça acontecer.
6. Não brigue, mesmo que te provoquem.
7. Viva! Intensamente cada minuto.
8. Questione, quantas vezes forem precisas, até que não reste nenhuma dúvida.
9. Adapte-se a todos momentos e circunstâncias que a vida impõe.
10. Faça pessoas felizes. É simples: um sorriso, um abraço...
11. Crie, invente, permita-se.
12. Proporcione a união.
13. Mergulhe fundo.
14. Cante e dance com prazer, sem se importar com nada além do momento.
15. Abrace forte. Abrace o mundo.
16. Corra.
17. Seja criativo.
18. Faça amigos por onde passar.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sobre ser mãe e sobre ser livre

Dos textos que eu gostaria de ter escrito... De Clara Averbuck - Carta Capital
O que diz o senso comum sobre a mulher que é mãe



Porque sou mãe, controlam minha vida. Controlam minhas roupas, meus passos, minhas palavras. Porque sou mãe, controlam meus decotes e minhas saídas. Minhas atitudes e minhas escolhas. Porque sou mãe, porque sou mulher. 

Uma mãe com sexualidade é uma mãe ruim. Mãe não pode mais ter desejo, não pode mais ter vaidade e deuzolivre de ter individualidade. 

Mãe tem que abdicar de si e dos prazeres dessa vida para apenas exercer a sagrada função. 
Mãe que não for casada na indiscutível monogamia tem que procurar um homem de bem, que seja um bom pai e um bom marido. Sexo casual? Jamais! Uma mãe deve se dar ao respeito, tem que dar exemplo. Relações livres? Não é uma opção. Gostar de outra mulher, então, inaceitável! A filha vai virar lésbica, o filho vai virar gay. 

Mãe não pode pensar na carreira. Coitados dos filhos dessa aí, só pensa em trabalho. Quem vai criar? Como se os filhos brotassem sozinhos.

Mãe não pode ser a favor da legalização do aborto. Por que então teve filhos? Mata logo todos! Assassina! Só é a favor do aborto porque você e sua filha já nasceram. 

Mãe também não pode escolher ficar sozinha. Coitada, essa aí ninguém quer mais. Quem vai querer mulher usada, gasta, que já vem com problema? Filho de outro é problema, todo mundo sabe. 

Mãe, quando se sustenta, é porque só pensa em trabalho. Quando ganha pensão, é sem dúvida uma aproveitadora sem vergonha.

Mãe não pode ser livre. Vagabunda! Quantos homens já passaram por esse corpo? Uma vergonha! Desonra! Suja! E também não pode beber. Beber não é coisa de mulher direita. 
E não pode dançar que nem puta. Não pode usar roupa curta, não pode cair na noite, não pode, não pode. 

Mãe não pode se apaixonar. E as crianças? Vai largar tudo? Que vergonha. Mãe tem que se dedicar, tem que esperar os filhos tomarem rumo. Mãe também não pode querer um tempo a sós. Tem que passar com os filhos, tem que passar todo o tempo com os filhos, todo o tempo livre de todo o resto da vida deles, até que eles não queiram mais. Um tempo sozinha? Desnaturada. Mãe de merda. 

E cadê o pai? Ah, casou de novo, sabe como é. Cadê o pai? Ah, mora em outro estado, sabe como é. E cadê o pai? Ah, ele visita a cada 15 dias. E cadê o pai? Não existe. E cadê o pai? Ah, ele até ajuda."Ajuda" porque a responsabilidade é da mãe. O fardo é da mãe. Na hora de fazer foi bom, né? Agora aguenta. Por que não se cuidou? Métodos anticoncepcionais não faltam por aí. E jamais falham, né? Se falhar, não dá nem pra pensar em tirar aquela vida. É uma vida! Uma vida não se tira assim, por egoísmo. Não tem idade? Não tem dinheiro? Não tem ninguém pra dividir a responsabilidade? Não tem vontade? Aguenta.

O pai ninguém julga pela roupa. O pai ninguém julga pela vida sexual. O pai ninguém julga se casa de novo, se sai com uma ou muitas, se bebe, se fuma, se trepa. Homem pode tudo. Ser pai é um detalhe que jamais os desumaniza. Quando o pai exerce sua função, é tratado como herói. Que homem! Vê os filhos, colabora em casa, educa. Que homem especial é aquele que faz o mínimo de sua obrigação. 

Porque sou mãe, porque sou mulher, sou julgada o tempo inteiro.

Porque sou mãe e porque sou mulher, vou peitar todo esse conservadorismo, esse machismo, essa palhaçada, e vocês vão ter que me engolir, porque a vida é minha, a filha é minha, eu crio como eu quiser, eu beijo quem eu quiser, eu faço o que eu quiser. Eu sou uma mulher livre e vocês vão ter que me suportar. Eu sou uma mãe livre.


sábado, 3 de agosto de 2013

Aniversário da Paola - Galinha Pintadinha




Hoje teve bolinho para comemorar os dois anos da priminha Paola. A mamãe dela que fez tudo! Muito, muito, muito LINDO! Tudo de muito bom gosto. Nós amamos! 



quarta-feira, 12 de junho de 2013

Artur e o valor das pessoas

Hoje estavamos voltando da escola e o Artur pediu para comprar uma fruta. Tem um rapaz que vende frutas na porta da escola e normalmente compramos com ele. 
No momento estava sem dinheiro e disse isso para ele. Que começou a me questionar sobre o valor das coisas. Quanto custa a fruta, o lanche, o chocolate, a bala, se o dinheiro que ele tinha no cofrinho dava para comprar, enfim. 
A conversa rendeu bastante. E, eu resolvi brincar com ele. Não lembro exatamente qual foi a pergunta que fiz. Era algo como se eu fosse vendê-lo, quanto custaria. 
E ele olhou pra fora do carro e disse:
- É muito caro, mãe! 
Depois olhou bem sério pra mim e continuou:
- Sabe, as pessoas são muito, muito, muito caras. Não tem como ninguém comprar.  

Meu coração disparou e meus olhos encheram de lágrimas. 
Cada dia uma nova lição para aprender com esse pequeno, mas gigante ser humano, que eu tenho a sorte de ter ganhado de presente de Deus. 

domingo, 12 de maio de 2013

Artur: um garoto de sorte!

Bisa Glacy, Artur e Bisa Joaquina
O Artur teve a sorte de nascer e encontrar dois anjos aqui na Terra. Ele tem o privilégio de não apenas ter, mas conviver com as duas bisavós. E eu acho que isso é uma benção! Além de muito lindo. 
A relação dele com as bisas (como ele chama) é maravilhosa! Daquelas bonitas de ver. Ele abraça, beija, brinca, cuida e as faz rir. São momentos de muita vida e amor. 
Eu não conheci nenhum dos meus bisavós... E curto demais meu filho ter esse privilégio. 
A bisa Glacy (78) mora com a gente. Ela esteve presente durante minha gravidez e veio nos visitar quando o Artur nasceu. Logo, foi identificado que ela tinha Alzheimer e ela passou a morar com a gente. Artur enche ela de carinho e amor. Tanto que ela esquece de todo mundo, menos dele. Ele é vida e sorrisos pra ela. 
A bisa Joaquina (84) mora aqui em Brasília, pertinho da gente. Ele adora ir na casa dela, bagunçar por lá e comer a sopa que a bisa faz pra ele. Faz a maior farra! E ela se derrete toda. 


Hoje, é Dia das Mães. E olha que privilégio ele esteve com a mãe, a vó e as duas bisavós. Mais especial não poderia ser. 

Meu anjinho abençoado e transbordando amor!

domingo, 21 de abril de 2013

Presentinho cresceu: 4 anos Artur


Meu coração transborda de amor, paixão, alegria e orgulho! E está em festa todos os dias!
Há quatro anos recebi o melhor e maior presente: Artur.
O brilho e sinceridade do olhar, o sorriso rasgado, a paixão pela vida, a pureza no coração, a forma com que conquista todos que te encontram pelo caminho... Sou toda orgulho!
Acorda cantando e dá bom dia ao mundo, abraça com o coração e a força de seus pequenos braços. 
Independente, inteligente, sabe muito bem o que quer e convence cheio de argumentos. Sempre tem uma boa resposta e ótimas perguntas. 
Artur AMA! A família, os amigos, os bichos... E o mais importante é que demonstra todo esse amor!
O mundo é pequeno para você, meu filho!
Desejo que nossa cumplicidade só aumente, cada dia mais. 
Sou apaixonada, encantada, orgulhosa, coruja, babona, derretida, ...
Seu olhar é meu melhor espelho!
É o meu maior professor. Aprendi mais em quatro anos, do que nos vinte e quatro anos anteriores a sua chegada.
Obrigada por ser meu anjo, minha estrela, meu melhor amigo, meu confidente, minha inspiração, minha motivação, meu coração,...

Hoje você está com seu pai e eu estou cheia de saudade. E você me surpreende com tamanha maturidade e compreensão: "Mãe, eu já vou! Amanhã eu volto. Olha aqui, eu te amo muito, muito, muito, viu?". É o mais lindo e perfeito!




sexta-feira, 19 de abril de 2013

Festinha do Índio e o Jacaré - 4 anos Artur

Artur escolheu o tema da festa de quatro anos, logo depois que fez três anos. Seria a festa do Jacaré. Então comecei a pesquisar... E não achei nada! E eu tinha decidido não fazer nenhuma festa esse ano, já que não estou podendo gastar. Mas, ele cobrava a festa de Jacaré quase que todos os dias. No mês passado comecei a pensar em algumas possibilidades e vi que poderia fazer um bolo na escola. Como dia 19 de abril é dia do índio, pensei em aproveitar isso na festa também. Quando lembrei da música dos indiozinhos, aproveitei e juntei tudo: 10 indiozinhos e o jacaré. 

                              "Um, dois, três indiozinhos
Quatro, cinco, seis indiozinhos
Sete, oito, nove indiozinhos
Dez no pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
Quando o indiozinho olhou pra baixo
O bote quase virou
Mas não virou"

A festinha foi bem simples, mas lindinha! 
Pedi para uma amiga fazer o bolo com um jacaré. Escolhi a cor verde para os balões, copos, colheres e pratos e fiz um cocar de índio para cada criança (papel cartão, cola colorida e penas). A lembrancinha foi bola de sabão. Salgadinhos, brigadeiro e suco de uva. 

 

O Artur AMOU tudo! 
Foi a primeira festinha pequena e rápida que fiz pra ele. A melhor opção de festa de criança: boa, bonita e barata. 

Além dos amiguinhos, foram cantar parabéns para o Artur: mamãe, titio, vovó, vovô, madrinha e Dai. Obrigada pela presença e carinho!




quinta-feira, 11 de abril de 2013

Artur escreve Artur

Hoje, dez dias antes de completar quatro anos, o Artur escreveu pela primeira vez o nome dele. 


É muita emoção pra uma mãe só!!!
O dever de casa pedia que ele escrevesse, suponho que já tenha treinado por lá. A princípio ele disse que não sabia, não conseguia. Falei para ele tentar, que era só imitar as letrinhas que ele tinha acabado de pintar. Ele relutou, mas fez. Comemorei cada letrinha! E ele me olhava, sorria e continuava. 

Fiquei tão empolgada que pedi que ele escrevesse de novo! Mas, ele escreveu o A e depois parou... Meu bebê está crescendo!!!



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Mães vivem culpadas

Sabemos que as mães vivem culpadas. Culpam-se por não se dedicarem, suficientemente, em termos de qualidade e quantidade, aos filhos. Não se concentram no trabalho porque estão com a cabeça em casa. E, ainda, têm que ser boas profissionais, mulheres, lindas, perfeitas, exemplo. Culpam-se porque querem ser sempre melhores, porque acreditam que tudo que estão fazendo não é o suficiente para os filhos.

Ser exemplo de mãe, mulher e profissional! Sonho e busca constante de muitas mulheres. E que carga pesada, que tarefa árdua e constante. Não é permitido abrir mão de um pelo outro. A sociedade não permite e, as próprias mulheres não se permitem. Algumas "abrem mão" de cuidar dos filhos, repassam a tarefa para a vó, para a babá, para a escola. Muitas vezes não existem escolhas. 

O que mais aprendi na maternidade é que ser mãe é eternamente depender dos outros. É ter que pedir ajuda, pedir socorro. E como isso é difícil! Principalmente para mim, que nunca gostei de depender de ninguém, de pedir ajuda, de dizer que preciso. E me sinto culpada se peço ajuda ou dependo de alguém, afinal, o filho é meu e eu tenho que dar conta disso sozinha. E, me sinto culpada caso não peça ajuda para ninguém. Porque, em algum momento, posso estar prejudicando meu filho e estar sendo egoísta. 

Ser mãe é se sentir culpada por não querer acordar de madrugada quando o filho chora. É se sentir culpada por ter sono, cansaço e/ou preguiça. 

Culpam-se por não saberem se estão fazendo as escolhas certas.

Entrar numa loja e comprar uma blusa para você, se presentear. E se sentir culpada... Porque tinha que comprar uma blusa para o filho. 

Difícil! Mas o melhor mesmo é, em alguns momentos esquecer ideais, esquecer a culpa e fazer as escolhas que achar certas naquele momento. Impossível acertar sempre. Impossível ser perfeita em tudo. Em algum momento, alguma coisa não vai ser perfeita. Alguma coisa vai ter um pouco menos de atenção. Mas... o que é realmente importante para você? O que te realiza? O que te faz mais feliz? 

Hoje, o que é mais importante pra mim é o meu filho. É acompanhar a infância dele, é estar perto, é brincar muito, ajudar nas tarefas de casa, conversar, levar e buscar na escola, ver o desenvolvimento da fala, dos movimentos, vê-lo descobrindo as letras e admirar o brilho no olhar, o encanto e a felicidade. Isso me dá vida! E me faz ver sentido em tudo. 

Não posso abrir mão de trabalhar. Mas posso não me enfiar no trabalho 14 horas por dia. Posso fazer cursos online, no momento que ele está dormindo. Ou, que já comeu e está de banho tomado, pronto para dormir. São escolhas... Certas? Erradas? Não faço ideia. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Olhos escuros

Ontem, na hora de dormir o Artur começou a bagunçar, conversar e falar sem parar, cheio de perguntas (ele costuma fazer isso sempre que não quer dormir). 

Eis que uma pergunta me surpreendeu:

- Mãe!!!
Por que eu nasci com meus olhos escuros?

No que eu comecei a pensar o que responder, ele completou:

- É mãe. Quando eu fecho os olhos, eu não vejo nada!



sexta-feira, 15 de março de 2013

Artur - O menino cofre

Artur é apaixonado por moedas. Faz coleção de moedas e cofres por onde e por quem passa. Tem cofre na casa da bisa, da vó paterna e em casa. Recentemente, falou pro vô (meu pai) que precisava de um cofre e ganhou. Junto, algumas moedas.

A ideia é que agora, com quase 4 anos, ele entenda o valor do dinheiro. Conversei bastante com ele e expliquei para que serve um cofre. Ele decidiu que vai juntar dinheiro para comprar um relógio do Ben 10, que ele "precisa". (Tudo que ele quer, diz que precisa). 

Não demorou muito para descobrir como abria o cofre. E espalhou todas as moedas pelo chão. Eu chamei atenção e guardamos juntos as moedas novamente. 

Enquanto ele brincava com os ursinhos em cima da cama, aproveitei para ler um livro. 

"Mamãe! Mamãe!" - Artur me chamou com uma voz engasgada, de choro. 
Tinha acabado de engolir uma moeda. Aliás, a moeda estava parada na garganta. Ou "presa na minha guela", como ele disse. Aí me mostrou que tinha escondido uma moeda e uma bolinha de gude.

Nesses momentos descobrimos que não importa o quanto você cuida ou o quanto se "prepara" para um momento. Esse tipo de coisa, no íntimo, sabemos que uma hora ou outra vai acontecer. Eu mesma já engoli uma bolinha de gude enquanto brincava com meu irmão, quando tinha 4 ou 5 anos, não lembro ao certo. Mas, independente de tudo isso, eu simplesmente não sabia o que fazer ou o que pensar. Fiquei num grande vazio, um desespero misturado com medo tomou conta de mim. 

O Artur estava respirando. Mas estava assustado e agoniado com aquele objeto estranho parado na garganta. Tentei, o máximo que pude, manter a "calma". Bati nas costas dele, enfiei o dedo na garganta, coloquei de cabeça pra baixo, bati nas costas e enfiei o dedo na garganta. Mas nada mudava. Ele continuava tossindo tentando expulsar a moeda. E chorava desesperado e assustado. Coloquei ele no colo e corri pela casa, sem saber exatamente para onde ir ou o que fazer. Ao mesmo tempo, eu tinha que trocar de roupa (já estava de pijama) e trocar a roupa dele. Pegava a caderneta de saúde, o cartão do plano de saúde e minha bolsa. Peguei o telefone da casa para ligar para alguém, não sabia quem e não lembrava nenhum número. Fui saindo e quando abri a porta, lembrei que não poderia ir sozinha para o hospital e deixá-lo sozinho na cadeirinha do carro. Voltei, peguei meu celular e liguei para o meu pai, que disse que estava indo me encontrar. 

Artur estava completamente suado, tossindo sem parar, choramingando. E pediu para beber água. Eu não sabia se podia ou não, mas dei. Quando ele tomou o segundo gole, a moeda desceu e ele começou a rir e chorar ao mesmo tempo.

- Mãe! Liga pro vovô. Fala que a moeda desceu. 
E começou a chorar! Perguntei porque ele estava chorando, a moeda já tinha descido.
- Ela desceu pro meu pé mamãe! E agora? Ou foi pro meu pintinho!?
Expliquei que estava na barriga, peguei um livro que tinha o desenho do corpo humano, mostrei, expliquei e tentei tranquilizá-lo. 

Depois ele comeu um prato de arroz e feijão e bebeu muita água. 

Entrei em contato com uma pediatra que falou que teríamos que esperar. Que em alguns dias a moeda sairia. Caso não saísse, era para levá-lo para o hospital para ver onde a moeda tinha ficado. 

Obs: Isso aconteceu numa quarta-feira (13/3/13). E a moeda saiu na segunda-feira (18) a noite. Comemoramos juntos e demos tchau. 

sábado, 9 de março de 2013

Godofredo "voou"...

O Godofredo (pinto) estava morando na área de serviço lá de casa. Chegou a escapar para dentro da casa algumas vezes... E era aquela correria atrás do pinto, uma comédia digna de bons registros, mas que não foram possíveis. Godofredo também deixava rastros (muitos) por onde passava... Na área de serviço está o tanque e a máquina de lavar roupa, ração dos cachorros, pregadores de roupa, roupas para passar... E nada escapava. Nada! Todo dia era aquela sujeira e bagunça... 
Bom, não deu certo ter um pinto dentro de casa. 
Aproveitamos que o Artur foi passar o final de semana na casa do pai e doamos o pinto para um rapaz que trabalha com a gente. Assim, saberiamos notícias do Godofredo. 
Para o Artur, decidimos contar que o Godofredo voou. Ele queria uma galinha que voasse baixo e depois voasse alto. O Godofredo atendeu o pedido. Tentamos correr atrás dele, mas ele foi mais rápido e sumiu... 

Quando ele voltou da casa do pai, demorou uns dois dias para sentir falta do Godofredo. Quando contamos a estória ele ouviu atentamente, disse que teria corrido mais rápido e não deixaria ele escapar. Mas já que ele voou, não tinha como... "Espero só que ele não morra, mamãe. Que o Godofredo voe muito e seja feliz". 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Godofredo, muito prazer!


Não bastasse a galinha, o galo, seus ovinhos, o coelho, o canário, o peixe e o cachorro, o Artur ganhou um pintinho. Dessa vez, foi a Noélia* que resolveu presenteá-lo. Ele que dá o nome para todos os bichinhos e com o pinto não podia ser diferente. E lá vem mais surpresa... 
"Mãe eu quero um nome grande e diferente... igual ele! Hummmmm... deixa eu pensar... `Gordofedo`? Pode mamãe?". 
Depois de muitas gargalhadas, minha e dele, o pinto ficou batizado de Godofredo. Sinceramente? O nome combinou direitinho com ele. 

O pinto
Grande, feio e arisco. Não deixa a gente chegar muito perto, já está fazendo muita sujeira e bica o Artur quando ele se aproxima. Convive com o Tuke (cachorro) em harmonia, dentro do possível. E pia o tempo inteiro! A noite, então...

O Artur
Transborda felicidade. Nunca vi gostar tanto de bichinhos. Está um pouco frustrado por não poder se aproximar muito do Godofredo, mas toda hora vai vê-lo, dá ração e água. Pergunta o que pode dar para o pinto comer. Está bem atencioso e cheio de carinho. 

*Noélia trabalha com a gente há anos. Me conheceu quando eu tinha 6 anos. Acompanhou minha gravidez e me ajuda muito com o Artur. É apaixonada pelo Artur (e ele é louco por ela, não desgruda por nada), tem como um filho ou um neto. E, como ele pediu uma galinha, ela foi atrás de um pintinho pra presenteá-lo. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A galinha que voa

E o Papai Noel (ou Pai do Artur) deu uma galinha e, também, um galo pro Artur. 
Pense na alegria! Transbordava...

Estávamos viajando quando o pai dele me mandou foto e vídeo do casal. Na mesma hora mostrei para o Artur, que enlouqueceu. Pulava, dava risada, gritava e saia mostrando para todos. "O Papai Noel deixou na casa do meu pai a minha galinha que voa! E um galo!"

Inclusive, brigou comigo. Queria voltar para Brasília, direto para a casa do pai. Praia? Não queria mais saber...

E já deu os nomes... A galinha é Léa e o galo é Udo. 

Haja imaginação...